Primeira traição

Publicado em março 23, 2020
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Olá este é o meu primeiro conto…

Eu sou o José (fictício) e tenho 40 anos, corpo bem trabalhado, olhos verdes e cabeça raspada por ter muita queda de cabelo.
Eu e minha mulher, a nível sexual tínhamos uma vida meio parada, ela não queria fazer Sexo anal e oral muito poucas vezes e sempre porque eu insistia. Depois começou a fazer uma medicação que lhe tirava a vontade sexual aí tudo piorou. Mas nunca me passou pela cabeça trair a minha esposa por isso ia me safando com os vossos contos.

Apresentações à parte vamos ao que interessa…. Quando vou trabalhar, faço 35km para cada lado, como moro numa pequena vila no norte de Portugal passo sempre por pouca gente. Um ou dois padeiros, duas ou três pessoas a caminhar e meia dúzia de carrinhas com trabalhadores.

Uma dessas pessoas era Maria (fictício) uma mulher com 62 anos que todos os dias passava a caminhar. Como íamos para o mesmo lado não era fácil reparar nela. Sempre de fato de treino ou outras roupas largas, muito sinceramente era uma “velha” que não chamava a atenção.

Como era diário, há sempre algo que se vê, hoje a cueca asa delta, amanhã o fio dental, outro dia parte do rosto ou porque ela olha para trás ou porque eu olho pelo espelho. E comecei a perceber que aquela cinquentona (era o que parecia) até era bem boa e bastante bonita. Comecei a passar mais devagar e a reparar mais nela. Um dia um sorriso, outro dia paro para ela atravessar a estrada, depois um aceno, até que algum tempo depois já abria o vidro para dar bom dia.

Até que um dia, ia já em viagem e começou a chover muito, quando passei junto a um cedro grande vi a Maria a tentar abrigar-se, sem pensar parei e ofereci boleia, que ela aceitou logo. Ao entrar no carro disse que não ia entrar para não molhar o banco, mas eu insisti que não havia problema. Então, ao sentar-se estendeu a mão e apresentou-se:

– Bom dia, sou a Maria! Ao agarrar aquela mão tão macia disse, muito prazer, sou o José. Entre conversa sobre o tempo e as indicações para onde devia ir, depressa chegamos a casa dela, enquanto tirava o cinto disse:
– Não sei como agradecer, se não fosse você ia me molhar ainda mais.
– Você não, tu! E não tem que agradecer, pois o desvio foi pequeno e a companhia foi boa.
– Como tenho que trocar de roupa e… tu tens que ir trabalhar, além da hora não ser a melhor, não insisto mas gostava que logo passasses por aqui para beber uma cerveja. Pode ser?

Caiu o mundo à minha frente, fiquei sem conseguir falar, só acenei com a cabeça que sim e ela depois que um beijo rápido na cara saiu a correr só parando a porta de casa, onde se virou e acenando disse – até logo, fico à espera!

A sério! Foi o dia mais longo da minha vida, eu não estava a acreditar no me tinha acontecido. Como disse nunca traí a minha esposa, nem pensava nisso, mas naquele momento tudo me passava pela cabeça. Por não aguentar mais inventei uma desculpa para o meu chefe e acabei por sair mais cedo. E depois de um banho rápido passados uns 15 minutos já estava à porta dela. Sem saber bem se era o que eu queria fazer, com o corpo a tremer, saio do carro e toco à campainha, alguns segundos aparece ela à porta e meia surpreendida convida me a entrar.

– Não contava contigo tão cedo, está preparada para ir caminhar.

Depois de dois beijos, faz um gesto como que mostrando que estava vestida para caminhar. Não posso querer no que via, uma blusa tipo top que deixava ver o umbigo que estava à sombra daquele belo par de mamas, sem sutiã e uns bicos grandes bem arrebitados. Por baixo umas leggings brancas, quase transparentes que cobriam uma buceta que quase parecia um pão.

– vês estava pronta para ir caminhar, se calhar vou trocar de roupa.

Diz ela sem muita vontade de trocar a roupa, pois ela não ia caminhar pois ela nunca se veste assim quando caminha, estava vestida para mim, provavelmente não vestiu um vestido ou uma saia para não parecer oferecida.

– Deixe estar que está muito bem assim.

– Deixe não, deixa para não me fazer mais velha do que sou, queres uma cerveja, diz ela ao caminha para a cozinha, que era mesmo ao lado só com uma porta grande que estava aberta.

Minha primeira traição

Mal eu digo que sim, Maria verga-se um pouco para tirar as cervejas e posso ver que usa um fio dental branco, pequenino mesmo. Aproxima-se novamente de mim a sorrir e entrega-me uma mini de abertura fácil. Agradeço, abro a cerveja devagar para depois dela abrir a dela eu copiar o gesto de colocar a tampa na beira de uma pequena mesa que estava ali ao lado, em frente ao sofá onde ela começa a arrumar um montão de almofadas para nós nos sentarmos. Cada vez que ela pega numa almofada proporciona-me aquela visão fantástica daquele traseiro.

– Vives sozinha, pergunto eu meio a gaguejar, depois dela se ter esticado mais um pouco para chegar a uma que estava mais distante e deixar ver as linhas daquela enorme buceta.

Sim, diz ela olhando a sorrir por cima do ombro, deve se ter apercebido do meu embaraço.

– o meu filho está casado no Porto e o meu marido faleceu.
– Desculpa perguntar pois não sabia
– Não faz mal, já foi à seis anos, já me acostumei, responde ela.
– E não arranjaste mais ninguém, desculpa se me estou a meter demais.
– Não tem problema, diz ela a rir com vontade, quem é que quer agora uma velha como eu?

Não fui eu, provavelmente o meu instinto predador, que com um olhar malicioso diz muito rapidamente

– eu!

Ela ficou séria e muito corada, sem jeito, deixando me a pensar que se calhar tinha feito merda. Mas não! Colocando novamente o sorriso começa a chegar mais para junto de mim e diz com voz meiga mas quase rouca da excitação:

– A sério, não acredito! Prova-o.

Era a minha deixa, coloco as minhas mãos por baixo dos longos cabelos loiros e puxando o pescoço dou-lhe um beijo, ela começa a gemer e lentamente vai passando as mãos nos meus braços, nos ombros, na cabeça e vai correspondendo ao beijo.

Depois acariciando o pescoço só com uma mão passo a outra no peito dela, vou deslizando para debaixo da blusa, que sensação, que peito grande mas firme que mulher! A partir daí ela não parou de gemer pois eu também não parei mais e não perdi muito tempo, o desejo era muito de parte a parte.

Beijei lhe o pescoço e subindo a blusa abocanhei aquela mama como um bebê esfomeado, chupei, mordi, beijei, apalpei enfim diz tudo que consegui, enquanto aí me abaixando passava a língua pela barriga até ao umbigo, de seguida, baixando mais lentamente enquanto que com a língua cutucava o umbigo e a barriga até à testa da buceta, com as mãos fui deixando as leggings até meio das coxas, e que coxas.

Depois de ver aquela calcinha quase transparente que permitia ver a pequena crista por cima da buceta que estava toda rapada, baixei o máximo que consegui de fazendo um pouco de pressão passo a língua de baixo para cima e deu para sentir o sabor daquela mulher, que estava toda ensopada. Eu senti ela a arrepiar e quase sem voz disse

– Ai José que tu matas me de prazer.

Subindo novamente começo a tirar a blusa e ela ajuda, enquanto a passa na cabeça chupo-lhe os mamilos, enquanto a beijo na boca, seguro a pelos braços puxo-a até ao sofá, como as leggings eram elásticas mesmo estando pouco a cima dos joelhos ela conseguiu caminha. Depois de sentada no sofá tirei-lhe as leggings e o fio dental, que antes de o deixar cair passei-lhe a língua e olhei Maria nos olhos, aproximei me dela e beijei-a depois mal fiz intenção de me ajoelhar ela abriu as pernas quanto pôde.

Tesão pela coroa gostosa

Chupei, lambi, mordi, esfreguei a cara naquela buceta, ferrei os seus lábios, enfim fiz tudo o que se pode fazer com a língua e uma buceta. Enquanto chupava o clitóris meti um dedo e comecei a serrar. Ela contorcia-se toda, mordia os lábios ferrava os dedos e gemia gemia muito de olhos fechados e saborear o prazer que de dava.

Olhei para ela e ela arregalou os olhos como tentando saber o que se passava, calmamente meti o dedo que estava todo babado na boca e chupei fechando os olhos… Então ela disse:

-po… por favor não pares, peço-te.

Compreendi a maldade que estava a fazer e com os dedos e a boca fiz que ela gozasse em dois tempos. Gritou, esperneou, arranhou-me a cabeça e o pescoço (tive que dizer que foi um vidro da máquina que rebentou e eu levei com os estilhaços) e depois de respirar fundo duas vezes disse:

-eu também quero mamar a tua pica, quero beber o teu leite. Agora fode-me, sem piedade!

Em milésimas de segundo ajudo a coloca-la de quatro e “toma lá morangos”, entrou tudo de uma vez, foi só bombar, como costumo dizer juntou-se a fome com a vontade de comer. Eu forçava para a frente e ela para trás, parecia que o nosso objetivo era que eu entrasse todo dentro dela. Como ela já tinha gozado, e como tinha! Estava mais à vontade em que eu, quando senti que estava quase a vir-me tirei fora e sem lhe dar tempo de reclamar meti a língua na buceta e deslizei até ao buraquinho do cú enquanto tentava penetra-lo com a língua cutucava o grelo com o dedo, ela estava a gostar mas queria tora só não reclamou pois deve ter notado que eu estava a segurar-me, mas meio refeito voltei ao ponto de partida, mal encosto de novo a cabeça Maria soca para trás e entra tudo de uma vez.

Eu que ao lamber o cú babei-o todo e ainda tinha o dedo besuntado tentei mete-lo lá, ao sentir ela retraiu-se é tirando uma mão da beira do sofá, voltou se para trás, deu-me uma palmada na nádega e ao cravar as unhas disse com um olhar de puta:

-Os meus buracos são todos teus, mas come um de cada vez. Que excitação que me deu ao ouvir isso isto, daí a gozarmos os dois foi um rápido.

Exausto caí para o lado, ela sentou-se também e encostou-se ao meu ombro, algum tempo depois levantou-se lentamente, sorriu e caçou no meu pênis meio murcho lambeu e chupou de modo a deixa-lo limpinho.

– Tu já estás limpo, espera aqui que eu vou me lavar

Quando ela volta, começa a tocar o celular, parou olhou para mim e eu acenei com que dissesse que deveria atender, era o filho que estava a sair do Porto para casa dela, a sua neta tinha lá passar uns dias.

Meio desiludidos os dois arrumamos para ir embora. Antes de sair, Maria pega num papel e escreve o seu número de telefone, entregando-me dá me um beijo e diz:

-O que prometo cumpro, quando quiseres voltar liga me

Será um outro conto…

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