Revivendo uma rola depois de tempo

Publicado em novembro 6, 2021
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Olá, tudo bem com vocês?
Bom, antes de tudo me permitam dizer que o que passo a relatar, a partir daqui, não se trata de algo fabricado em minhas fantasias, porém algo que de fato aconteceu.

Sou um homem branco e gordinho de 48 anos – 1.85 metros e 110 quilos – tenho uma bunda bem grande e carnuda (112 cms de circunferência), branquinha, lisinha e firme. Modéstia à parte, sou bastante educado, discreto e, apesar de ser casado com mulher, tenho enorme atração por homens ativos, discretos e sigilosos que curtam ser mamados sem pressa (adoooooooro chupar uma rola).

Sempre tive atração por homens, porém por ser natural de uma cidade pequena do interior do estado, só vim a ser iniciado após a maioridade, para ser mais preciso, com a idade de 26 anos. Em resumo me envolvi com apenas dois homens: o que me iniciou e que se tornou meu parceiro fixo por quatro anos e um segundo  que foi também meu parceiro fixo por dois anos e seis meses.

O que passo a relatar se deu sete anos após o segundo parceiro citado.

A empresa que trabalho fica na região metropolitana da cidadeoo, o que para maior conforto e rapidez, a algum tempo optei por me utilizar de transporte fretado, pois além de ser mais rápido também e menos cansativo.

Nesse tempo que me utilizo desse sistema de transporte, não foram poucas as vezes que a prestadora desse tipo de serviço, foi alvo de mudança de ônibus e também de motoristas que conduziam esses veículos. Quem faz uso desse tipo de transporte sabe que existe um local e horário especifico para se embarcar e não era diferente comigo.

Chupando uma rola depois de tempos

Em um desses dias ao aguardar o fretado, no horário tratado, percebi que se aproximava um ônibus diferente ao que eu já utilizava há alguns meses, e não era apenas o veículo que era diferente, porém também o condutor o era. Ao embarcar fui cumprimentado por esse novo motorista que se apresentou dizendo que a partir daquele dia seria ele o condutor do trajeto de ida e volta daquele trajeto que eu fazia todos os dias. Como aquele tipo de situação não era algo novo eu apenas agradeci e fui sentar-me em meu lugar de costume dentro do fretado.

No trajeto que percorro, até chegar a meu trabalho, alguns passageiros descem antes que eu, fazendo com que eu seja um dos últimos a descer do ônibus. Por conta disso, com todos os motoristas que faziam aquele percurso diário inevitavelmente eu acabava fazendo certa amizade. Naquele dia não foi diferente, quando estava chegando próximo a empresa onde trabalho, como de costume me levantei do local onde estava sentado, e fui até próximo a porta para desembarcar.

O “novato” logo puxou assunto dizendo que apesar de ser o seu primeiro dia percebeu que aquele era um trajeto que ele iria gostar de fazer pois percebeu que as pessoas eram educadas e o trataram muito bem. Fiz alguns curtos comentários, pois estava preocupado com as demandas de meu dia de trabalho e desci apressadamente.

No final da tarde, já no final de meu expediente, fui ao local onde embarcava no fretado e lá estava o mesmo motorista “novato” de pé, próximo a porta aguardando aqueles que embarcavam ali, dentre eles eu. Agora, um pouco mais calmo (afinal era final de dia) pude ser mais comunicativo em resposta ao seu “Boa Tarde”. Foi a partir dai que começamos a nos conhecer melhor.

Ele era um homem casado. Tinha 36 anos e dois filhos. Natural do interior, veio para a capital há mais de 10 anos em busca de trabalho, e por aqui ficou. Extremamente simpático, e bom de papo, se tornou minha companhia de todos os dias. No principio trocávamos palavras apenas no embarcar e desembarcar, porém com o tempo passei a muitas vezes ficar ali na frente do ônibus conversando com ele enquanto ele dirigia.

Ele era um homem educado e que todos os passageiros do fretado passaram a gostar muito. Em um dia, no trajeto de retorno, ele me disse que gostava muito de ficar conversando ali comigo enquanto ele dirigia, quase sem querer soltou: ” – Sua companhia faz o trajeto ficar mais leve. É bom dirigir com uma pessoa educada e cheirosa como você ao lado!” Eu corei e abaixei a cabeça timidamente. Eu agradeci e ele sorriu safadamente.

No dia seguinte, novamente nos encontramos, era uma sexta feira, e também no trajeto de volta ele me disse que sua família iria visitar alguns parentes em sua cidade natal e que aproveitaria para “queimar uma carne” e perguntou-me se eu não aceitaria ir tomar uma cerveja em sua casa e fazer-lhe companhia nesse churrasco. Respondi que dependeria do horário e ele me respondeu que o horário que eu quisesse, pois ele estaria sozinho mesmo. Por não saber onde ele residia ele se dispôs a encontrar-me em uma estação do metrô bem próximo de minha casa e dali iriamos para sua casa. Eu concordei e acertamos um horário.

No dia seguinte, no horário acertado, lá estava eu aguardando por Roberto e ele, sem atraso, veio me encontrar. Entrei em seu carro e ele efusivamente me disse estar muito feliz por poder ter minha companhia naquele dia. Durante o percurso seguimos conversando sobre assuntos diversos e me pediu que eu não reparasse na simplicidade de sua casa. Depois de algum tempo chegamos em sua casa, e ele, de maneira muita gentil me recebeu repetindo muitas vezes que eu me sentisse a vontade.

Observei que havia tudo com muita fartura: bebida, refrigerantes, carne, pães e outras coisas. Perguntei a ele se outras pessoas estariam conosco, afinal era um churrasco e tinha muitas coisas. Foi a deixa para ele abrir o jogo sobre suas reais intenções (não que eu não desconfiasse rsrsrs)

Ele então abriu o jogo me dizendo:

“Não haverá mais ninguém não, será nós dois apenas. Quero estar a sós contigo! Você se incomoda?”

Confesso que minhas pernas bambearam e eu respondi que não. Mediante aquela respostaele se aproximou, segurou em minhas mãos, me levou para a sala, nos sentamos e ele sem pedir me beijou na boca demoradamente. Sua língua procurava a minha e eu indefeso me entreguei aquele beijo molhado e cheio de desejo. Após beijar-me Roberto olhou em meus olhos e disse que gostava muito de minha companhia e que se sentia enormemente atraído por mim.

Eu quase sem palavras o abracei e disse a ele que ele também me atraia. Ele novamente me beijou (e como beijava bem) logo ele passou a beijar meu pescoço e acariciar meu corpo. ele era muito carinhoso, e depois de longos beijos, ele disse em meu “pé de ouvido”: “, eu te quero!”

Foi o suficiente para que eu fizesse aquilo que mais gosto de fazer. Abaixei-me e com minha boca passei a mordiscar, ainda sob sua bermuda. seu pau que já estava duro e pulsante, quase saltando para fora. Eu ouvia os gemidos do ele e o obedecendo desci sua bermuda e sua cueca. Me deparei com uma rola linda e levemente curvada, uma cabeça rosada e meladinha sem pele. Uma rola linda! Sem exitar cai de boca naquela maravilha, lambei, suguei, mamei e chupei muito aquela rola deliciosa e bem cuidada. Suguei suas bolas e seu saco depiladinho e lisinho! Que delicia era aquilo (adoro mamar uma rola).

Logo estávamos debaixo do chuveiro e eu de joelhos entre suas pernas o mamava ainda mais. Ele delirava e gemia alto agora praticamente implorando: ” vamos para a cama!” Eu acenei com a cabeça que sim, porém antes de sairmos do box ele me pediu que me encostasse em uma das paredes do box e empinasse minha bunda, o que prontamente obedeci, logo senti a língua dele se encaixando em meu cuzinho e me dando um verdadeiro banho de língua que me fez subir pelas paredes de tanto prazer.

Logo após, sendo guiado por ele, fomos para a cama onde voltamos a nos beijar, e eu a chupa-lo, e logo me vi de quatro para aquele macho que cuidadosamente vestiu sua vara com um preservativo, e logo após ter passado um lubrificante em meu cuzinho, deslizou seu pau gostoso dentro de meu cuzinho. Como já fazia muito tempo que não dava, estava bem apertadinho. ele, com muito carinho e sem pressa foi colocando de principio de quatro, e depois, fodemos em todas as posições possíveis, dando destaque para a maneira gostosa como me comeu na posição que mais gosto de dar: de franguinho. Sentir sua boca na minha enquanto seu pau gostoso me invadia, ainda hoje me causa arrepios.

Ele gemia alto, falava coisas gostosas sobre o que estava sentindo e isso só me deixava ainda mais cheio de tesão, me sentia uma fêmea em seus braços.

Depois de muito meter disse que não aguentava mais, ele me disse que iria gozar.

Quando disse a ele que eu adoraria sentir seu sabor, ele sem hesitar tirou a camisinha, e colocou aquela “ferramenta” deliciosa em minha boca me pedindo:

“Bebe meu leite então, por favor!” Aquela era nossa primeira vez, e por conta disso, deixei que ele gozasse em meus lábios, mas não dentro da boca. Ele adorou! Gozou fartamente!

Nós tomamos um banho, fomos para o churrasco, bebemos e rimos muito, e claro, antes de ir para a casa, entrei novamente no “espeto” dele.

Ficamos juntos fixos por quatro meses, porém ele teve que voltar para o interior para cuidar de sua mamãe que estava doente. A última vez que nos falamos ele disse que pela distância seria melhor darmos um tempo. Nunca mais soube dele.

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Gay

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