Liberei minha namorada no Swing

Publicado em março 25, 2020
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Me apresentarei rapidamente, sou casado, tenho 38 anos e me julgo um cara interessante. Tenho uma namorada (amante) de 26 anos, linda, inteligente, de corpo voluptuoso e muito fogosa.
Transávamos há 1 mês e ela insistia em me perguntar que novidades eu queria. Foi quando eu soltei “quero ir numa boate de swing com você ”

Ela não esperava por esta, ficou apreensiva e esquivou, disse não ser tão lasciva para tal.

Depois de mais alguns encontros, ela refez a pergunta, e minha resposta foi contundente “quero ir numa casa de swing com você “, então ela me perguntou porque, como era lá e o que eu pretendia. Expliquei que só queria conhecer e que nada seria feito sem o seu consentimento, que eu não a entregaria nas mãos da “galera” .

Com a aproximação do Carnaval e com a notícia que minha esposa passaria o feriado com sua mãe, decidimos passar o carnaval juntos, então propus uma visita a uma casa de swing, no sábado de carnaval.

A primeira vez na casa de swing

O dia chegou, fomos à noite para São Paulo, vestíamos trajes elegantes, fantasiados de Sr. Gray e Anastacia. Ela estava deslumbrante, num vestido curto de viscose, o caimento denunciava as curvas libidinosas e sensuais de seu corpo, eu me perdia a admirando e pensava no quanto ela monopolizava meus pensamentos e desejos. No carro conversávamos, ela estava calma, falava com muito charme, sentia que ela já nos preparava para a noite sensual que estava por vir.

Entramos, fomos direto para o bar, nossa intenção era a de nos familiarizarmos calmamente com o ambiente. Sentamos no balcão, escolhemos um drinque e comecei a tomar noção de todos que nos rodeavam, percebi que diversos casais se interessaram por nossa presença, homens e mulheres fitavam, principalmente a Ana (fictício), seu vestido a deixava com as costas totalmente nuas, exibindo sua musculatura e o ângulo incrivelmente fechado que culminava numa cintura minúscula onde, em seguida, abria num quadril proporcional aos ombros, com glúteos médios, malhados e que conferiam um belo volume ao vestido . Com seu 1,52m de altura, corpo curvilíneo e expressão de moleca, Ana é a minha pequena!

Ela foi prontamente percebida, por sua beleza e elegância. Ao contrário do que eu temia, ela exibia confiança, talvez o uso da máscara a ajudasse, ou talvez a consciência de seu sexy appeal, fato é, que seus modos, sua cabeça erguida, sorrisos, gestos, a tornava irradiante. E foi assim que ela começou a brilhar naquela noite.

Um belo casal se aproximou, se apresentaram educadamente e conversaram por alguns minutos até chegarem ao ponto: Perguntaram se estávamos ali para “trocar”.
O rapaz teceu elogios à Ana, e a garota disse ter interesses por mim e pela “pequena gatíssima ” (palavras dela).

Ana fez que não com o olhar e eu agradeci e me despedi do casal. Já havíamos combinado que não faríamos a troca, pois, ela não queria me ver desfrutando do corpo de outra mulher. Contudo, ela j á confessara ter curiosidade em menage com 2 homens, e naquela noite, eu estava disposto a fazer por ela se ela se permitisse.

Terminamos o drinque, eu percebia, pelos toques e beijos, que Ana estava bastante excitada. Passamos pela pista de dança, onde ela se transformou! Seu corpo se contorcia numa dança sensual e erotizada, o vestido escorria por suas curvas, seus cabelos voavam, seus braços desenhavam no ar, sua cintura quebrava rebolando e se esfregando contra meu corpo. Outros casais a acompanhavam, deram gestos de aprovação e incentivo. Ela buscou minha boca, e nos beijamos apaixonadamente por vários minutos.

Oferecendo a namorada para putaria gostosa

O Show de striptease começou, era conduzido por um modelo masculino, este logo se interessou pela Ana, e a tomou no palco, dançaram, ele a tocava, a exibia subindo seu vestido, eram muito aplaudidos, tentou despi-la, mas ela não o permitiu, quando a ergueu, ela lhe trançou com as coxas, então se beijaram e os aplausos foram enormes!

Ela voltou a mim, nossos corpos estavam febris, então a levei por um corredor que abria para uma sala onde a selvageria e a libertinagem eram respiráveis. Sentimos um impacto, aquilo era novo para nós, havia sofás com pessoas nuas se penetrando, cabines com  vidro onde também era possível observar casais exibicionistas se a mando e também se compartilhando. Fomos para um canto com o intuito de assistir, fiquei por trás da Ana, a segurava pelos braços, pude sentir sua pele arrepiando quando a beijava a nuca, ela pressionou sua bunda em mim para sentir meu pau que a esta altura latejava freneticamente.

Enquanto ela assistia uma garota ser penetrada selvagemente no sofá, eu percorria suas costas com minha mão, invadindo o vestido na altura da lombar, fui conferir sua calcinha, era minúscula e estava incrivelmente encharcada! Passei a dedilha-la, coloquei a calcinha de lado e peguei sua bocetinha, quente e ensopada, na palma da minha mão, ao apertar, senti escorrendo entre meus dedos seu suco!

Hummm….. ..Ela gemia e rebolava para controlar os movimentos de meus dedos. De costas ainda, segurou meus punhos e se inclinou pra frente fazendo com que meu dedo a entrasse, então mesmo de pé, rebolou, cavalgou minha mão me obrigando a come-la com o dedo.

A medida que rebolava, sua bocetinha laceava, então tomei a liberdade de colocar o segundo dedo. Ela percebeu que estava com a boceta mais cheia, e diminuiu o ritmo do rebolado e o tornou mais profundo, pressionando a si mais intensamente contra minha mão. Ela aparentava degustar meus dedos, estava em transe quando, repentinamente, arqueou o corpo até sua cabeça se aproximar dos meus ouvidos pra dizer “põe três dedos”!

A partir de então ela se contorcia, gemia, rebolava, rugia, socava-se em minha mão até o gozo….Ahhh…Senti ela gozando, desceu uma enxurrada que a melou até os joelhos. Ela tremia. Ela suava, aquilo a deixou em êxtase! Se recompôs, respirou aliviada, abriu os olhos, e foi quando ambos percebemos uma pequena platéia, dentre eles, um belo rapaz de barba, que nos lembrava muito um certo rapaz que tocou na danceteria Natal, ele se aproximou dela, falou algo em seu ouvido, ela retribuiu com um sorriso e o beijou no rosto. Saímos, ela me levando pelas mãos para fora dali.

Voltamos ao bar, nos refrescamos por um tempo e voltamos para o “inferninho”. Ana estava diferente, ela parecia ter sido despertada. Novamente o “rapaz” nos abordou, conversou sobre qualquer coisa, mas era evidente seu desejo por Ana, a esta altura, eu percebia o dela por ele.

Foi então que eu a peguei num beijo quente, minhas mãos a experimentava em cada centímetro, então eu coloquei a mão do rapaz na bunda dela, dando permissão pra que ele a sentisse também. Ana estava entorpecida, me beijava e parecia não perceber que era abusada por 4 mãos, mas era engano meu, pois o rapaz agora a encochava, a beijava na nuca, e ela deixava explicito pelo chá que gostava do sanduíche.

Eu os puxei pra uma cabine, e a entreguei a ele, ela hesitou por um momento, eu fiz sinal pra ir, então ela o beijou, se pegaram num frenesi que não demorou a deixa-la inteiramente nua, ele agora a chupava os seios e conduzia a mão de Ana a sentir seu pau por cima da calça, ela não perdeu tempo, tirou aquele pau pingando, segurou com as duas mãos, parou de beijar, olhou pra baixo e tomou a decisão de chupar!

Ela ajoelhada abocanhava a rola do rapaz, engolia por inteiro, fazia o sujeito urrar quando roçava os dentes na glande, ele estava num desespero pra segurar o gozo que não demorou a acontecer, ele jorrou na boca dela, gozou com o pau inteiro injetando na garganta seu sêmen extraído com maestria num boquete perfeito que até hoje nenhuma outra mulher que tive repetiu igual.

Aproveitei o momento pra reivindicar minha parte, trouxe a boca da Ana pra minha rola, ela a abocanhou e succionou como quem ainda estivesse com fome, querendo mais leite, me sentei, obrigando ela a ficar arrebitada, exibindo seu lindo rabo pro rapaz, este, ficou imediatamente recuperado, com seu pau de volta a brincadeira, a pegou pela cinturinha e lhe enfiou o pau teso deslizando pra dentro, eu soube, pela abocanhada que recebi, quando ele a alcançou o fundo.

Ele agora socava com força fazendo a Ana engasgar com meu pau, ela nitidamente gostava, gemia como uma vadia, babava no meu pau, e rebolava nas mãos do rapaz. Ana estava próxima de gozar, preparamos então um orgasmo triplo, a iniciar quando ela se mostrasse fora de si.

Quando o gozo veio pra ela, simultaneamente, e inesperadamente para ela, eu e o rapaz gozamos, enchendo sua boceta e sua boca com tanta porra que vazou de dentro dela. A sensação de extrair aquele monte de leite masculino a enlouqueceu tanto que seu orgasmo durou na ordem de minutos com ela sugando meu pau e se batendo violentamente contra a pélvis do rapaz.

Seu gozo contínuo consumiu sua força, ela pediu que ambos sentássemos, e deitou sobre nosso colo. A pegamos, e a acariciamos num gesto de gratidão pelo esforço dela em satisfazer dois machos famintos.

Quando ela recobrava o ânimo, propusemos dupla penetração, mas ela nos disse que, embora tivesse gostado, ainda não tínhamos conquistado o direito ao cuzinho.

Ela se limpou, beijou no rosto do rapaz com a boca que acabara de me engolir, se despediu e me arrastou pro bar. Eu a olhava, ainda perplexo, ela transmitia paz e plenitude, parecia alguém realizada, iniciada.

A única coisa que me disse foi, “quero voltar com você mais vezes aqui”

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