Fodi com o macho do aeroporto

Publicado em abril 21, 2021
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A chuva não parava. O avião tocou a pista cambaleando, mas enfim, depois de um dia exaustivo, pelo menos estava prestes a descansar.

Eram apenas 18 horas mas o frio e a chuva deixam a sensação de quase meia noite.

Chegando  para um compromisso profissional no dia seguinte. No trajeto do avião à saída do aeroporto, na correria, olhando para o celular, já praticamente na porta de saída pra pegar um Uber, um esbarrão acontece. Só percebo uma sensação de calor no ombro e o cheiro e café: a trombada resultaria numa mancha eterna na camisa.

Rapidamente, sem nem olhar o que houve levo a mão pra me secar enquanto ouço uma voz gentil masculina: “Caramba, olha o que eu fiz. Nossa, que coisa chata”. Direciono meu olhar de compreensão ( não sei por qual motivo eu estava calmo) e vejo, chocado, o homem mais atraente que já havia visto. Alto, 1,90m, 90kg, 36 anos, moreno claro, barba por fazer, olhos castanhos, sobrancelha grossa, usando uma roupa social, camisa arremangada, mochila nas costas… e um olhar de desconsertado pelo incidente.

Confesso que disfarcei bem minha empolgação ao vê-lo. Ele olhava nos meus olhos de um jeito diferente.

Sem qualquer modéstia, me considero um cara boa pinta: 1,88m, 88kg, um pouco grisalho, 37 anos, olhos azuis, barba, pele branca ( bem branca ). Tenho uma boca e dentes bonitos.

Subitamente disse a ele que não se preocupasse, pois já estava indo até o hotel e me trocaria.

Ele novamente desconsertado me pediu desculpas, me ofereceu um nova camisa, lavanderia…ele estava preocupado em me amparar de certa forma. Eu rindo e despreocupado agradecia enquanto tentava me secar com um lenço de papel, dispensando qualquer preocupação e necessidade.

Ele repetia que queria ajudar e disse. “Pô, to muito mal, moro aqui na cidade, meu carro está no estacionamento, posso pelo menos te levar até o Hotel”? Eu agradeci e repeti que estava tudo bem. Ele com as mãos unidas como em sinal de oração me disse.” Eu imploro em pelo menos ter a gentileza de lhe oferecer uma carona, por favor”. Aceitei. Ele sentiu-se aliviado.

Gentilmente pegou minha mala e fomos ao aeroporto.

Ele era muito simpático, educado e másculo – o que exponencializava sua beleza física.

Ao chegar no carro, uma linda Mercedes, abriu a porta para que eu entrasse, nesse momento senti uma empolgação por parte dele. No trajeto um papo descontraído, tínhamos muito em comum, ambos trabalhávamos com consultoria, o que já foi o suficiente para termos assunto sem fim.

Chegamos ao hotel. Ele estacionou, novamente desculpou-se enquanto olhava no relógio disse: “Há um restaurante maravilhoso, aqui próximo…gosta de comida Italiana?”.

Eu ri e disse que sim, mas que não estava disposto ( apesar de estar muito afim de conhece-lo melhor”. Ele insistiu. Topei desde que fosse um jantar rápido. Combinamos que ele passaria no hotel as 20:00.

No horário marcado ele chegou: um deus grego. Jeans escuro, blazer, um perfume incrível e um sorriso estonteante. Caprichei no visual ( mesmo básico ). Ele não disfarço a admiração por mim, por minha nova cara depois de um banho relaxante. Me olhou diferente, um olhar de desejo.

Um jantar e uma noite com o cara do aeroporto

O jantar foi muito bom. Papo fluiu e passou rápido. Já passava das 23 h. Havíamos bebido, era sexta feira.

No caminho me convidou pra uma taça de vinho em seu apto, já que eu havia dito que meu compromisso seria apenas no dia seguinte na parte da tarde. Topei.

Chegamos no condomínio: um lugar nobre, com inúmeros seguranças e um apto privativo no 30 andar, com uma vista única. Fiquei hipnotizado olhando da sacada. Ele pediu que ficasse a vontade enquanto pegaria o vinho. Eu já havia bebido e estava com calor, coloquei meu blazer sobre o sofá e continuei admirando a vista.

Alguns segundos, e ele surge com duas taças de vinho. Uma musica ambiente tomou conta acionada por um controle.

Ao entregar a taça em minha mão ele a reteve por um instante, me encarou e disse: “Estou com uma sensação de frio na barriga maravilhosa com sua presença, e não sei explicar por que”.

Peguei a taça, eu estava sem jeito. Olhei-o nos olhos e me virei novamente em direção a sacada, ficando de costas pra ele. Ele imediatamente com um dos braços abraçou-me pela cintura e beijou delicadamente ,eu pescoço. Sinalizei pegando colocando minha mão sobre a dela na minha cintura q estava gostando e suspirei.

Foi o sinal para que ele largasse sua taça, pegasse a minha e me beijasse na bica, virando meu corpo. Foi incrível. Em minutos ele me beijava ferozmente, me puxando contra ele. Eu estava encostado no sofá que dividia os ambientes.

Ele tirou sua camisa e virou -me costas. Esfregava-se em minha enquanto beijava meu pescoço. Num ato de impulso tirei minha camisa e me virei. Ele era lindo. Braços fortes, um peito com pelos perfeitamente bem distribuídos, escuros, mamilos grandes e rosados, pele morena e forte. Beijei-o no peito e me ajoelhei abrindo sua calça e baixando sua cueca. Ele gemeu. Olhei pra ele enquanto descia sua cueca. Ele com as mãos acariciando meus cabelos e encarando.

Quase tive um orgasmo quando baixei sua cueca até os joelhos. Seu pau estava uma pedra, pingava – sem exagero – ele pingava o liquido maravilhoso do tesão. Era um pau enorme, de aprox 21 cm e muito grosso. Minha mão não conseguia pega-lo. Me peludo, aparado discretamente e com uma cabeça monstruosa. Tentei leva-lo a boca com pouco sucesso, apenas a cabeça entrava. Mesmo assim a deixei lá dentro e a acariciava com a língua, ele puxava meus cabelos. Gemia alto e sussurava.

Subitamente me levantou com delicadeza, pegou -me pela mão e fomos a seu quarto. Ele tirou minha roupa, me pegou no colo, beijou-me longamente e me deitou naquela cama gigante de quase 3m. Abriu minhas pernas e entrou no meio delas. Eu estava maluco enquanto era beijado. Sentia seu peito peludo no meu, sua barba nos meus lábios e seus pelos do pau roçando meu cuzinho. Eu sentia o pau latejando e umido. Nunca vi nada parecido. Ficamos assim por muito tempo. Ele muito carinhoso. Um cheiro de homem maravilhoso.

De repente levantou-se pegou uma camisinha lubrificante e disse: ” Quero você pra mim”. Sinalizei positivamente com a cabeça, e instintamente fiquei de 4, ficando minha bunda virada pra ele. Tenho uma bunda bonita, grande, pelos ralinhos, bem branca e um cuzinho super apertado.

Ele não parava de sussurar palavras do tipo “delicia” “tesão” “caralho o que é isso?”.

Aproximou-se, delicamente acariciou meu cuzinho com gel e colocou seu pau. Eu estava ciente que iria gritar de dor, mas incrivelmente so senti tesão. Ele colocou tudo. Eu so me sentia totalmente preenchido, quase imóvel e assustado com aquilo tudo dentro de mim.. Ele deixo por quase 2 minutos imóvel lá dentro, pulsando, como se estivesse deixando acostumar-se. Pediu varias vezes se eu estava bem. Eu estava doido de tesão. De repente, ele começa o movimento de vai e vem, com um das mãos acariciando minhas costas e a outra na minha cintura. Começo a gemer. Ele aumenta o ritmo. Sussurro mais e ele me acompanha. Sinto o pau dele me arrombando e aumentando de tamanho. Ele aumenta o ritmo mas muito carinhosamente. Sinto as bolas batendo na minha nadega.

Ele tira de repente, diz que não quer gozar. Me convida a galopar ele.

Ele senta-se numa poltrona e estende seu braço me convidando. Por segundos olho seu corpo maravilhoso me chamando. Peito peludo, coxas grossas, sorriso lindo e um pau incrivelmente duro.

Me aproximo, agora de frente e de vagar, ainda com ele segurando na minha cintura e acomodando meus joelhos de frente pra ela na poltrona sento até sentir os pelos do pau. Ele grita “Caralho, que deus grego é esse?”. Eu começo a rebolar devagar, me esfrego, ele me encara, visivelmente maluco de tesão. Me apoio no peito dele enquanto cavalgo. Ele geme mais. Me esfrego, começo a sentir o pau aumentando ainda mais… pede que eu não pare, puxa meu pescoço e começa a me beijar enquanto agora, ele levanta as coxas e tomando a frente da transa. Ele coloca tudo num solavanco e assim o deixa.

Eu sinto que fui “rasgado” mas com um tesão absoluto.

Ainda me beijando ele levanta me coloca de costas e apoia meus braços na cadeira, pedindo pra me possuir em pé.

Atendo imediatamente.

Agora sinto seu peito nas minhas costas e ele colocando em movimentos frenéticos seu pau em mim e não mais gemendo ou sussurrando, ele grita.

Nos esfregamos, nos beijamos enquanto o pau não saia, e incrivelmente pulsava.

De repente, quase 40 minutos de transa ele anuncia que vai gozar.
Ainda em pé e gritando me apertando pela cintura ele me puxa contra seu corpo e goza. Senti o jato da porra encher a camisinha dentro de mim. Foi incrível.

Nesse momento já passava da 12:30.
E foi apenas o primeiro capitulo dessa noite incrível.
Fudi com o macho do aeroporto

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Gay

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