Foda inesperada e maravilhosa

Publicado em maio 28, 2020
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Era uma noite normal. Estávamos eu e a minha irmã andando de carro pelo bairro procurando a minha gata que tinha sumido, quando tivemos a ideia de buscar o meu namorado na casa dele pra fazer janta pra gente lá em casa.
A princípio não tínhamos marcado de se ver naquela noite. Não tinha nada combinado. Eu nem sabia se ele estaria disponível, por isso resolvi dar uma ligada pra ver se ele topava. E ele topou.

Dei uma passadinha em casa pra trocar de roupa. Coloquei um vestidinho preto colado e meio curto, entrei no carro, onde a minha irmã também estava e fui até a casa dele.

Quando cheguei lá a minha irmã pulou para o banco de trás, ele sentou do meu lado, no banco do passageiro, me deu um beijo e já passou a mão na minha coxa, e deu uma risadinha, como se tivesse gostado de ver que eu estava de vestido.

Combinamos que iríamos ao mercado e então iríamos pra casa preparar a janta. Comecei a dirigir e no caminho para o mercado ele começou a subir a mão que estava na minha coxa até que colocou a mão por dentro da minha calcinha.

A minha irmã que estava no banco de trás percebeu e falou alguma coisa como se estivesse chamando a atenção dele. Ele ignorou e continuou.

Ficou o caminho inteiro com a mão em mim até que chegamos no mercado. Estacionei, minha irmã desceu do carro e nós ficamos. Me aproximei pra beijar a boca dele quando senti os dedos dele entrando em mim.

Se pudesse teria sentado nele ali mesmo, mas não estávamos sozinhos.

A minha irmã percebendo a nossa enrolação pra sair do carro, deu umas batidinhas no vidro, então saímos e começamos a brincar, chamando ela de ‘empata foda’ kkk.

No mercado, sempre que podia, ele passava a mão na minha bunda, apertava e falava besteira no meu ouvido. O clima entre a gente estava pegando fogo. Nós dois estávamos muito afim de transar, só precisávamos ficar sozinhos.

Transando em cima da máquina de lavar

Fomos pra minha casa e começamos a fazer a janta. Minha irmã estava na cozinha com a gente, e depois de um tempinho ela saiu e nos deixou sozinhos.

Na hora ele me puxou para o canto, tirou a minha calcinha, começamos a nos beijar e ele começou a abrir a calça. Tirou o pau pra fora e me mandou chupar. Eu estava com medo porque a qualquer momento poderia aparecer alguém, afinal estavam em casa minha irmã, meu irmão e minha mãe.

Apesar disso ele não parecia preocupado e continuou me mandando chupar. Agachei na frente dele e comecei a chupar, até que ele me puxou, me colocou sentadinha em cima da máquina de lavar e começou a me comer. Fiquei morrendo de medo de aparecer alguém, mas ao mesmo tempo queria muito continuar. Ele continuou socando por um tempo, até que escutamos um barulho no corredor e tivemos que parar.

Demos uma disfarçada e quando ele viu que não era ninguém, me colocou em cima da máquina de novo de costas, encaixou o pau em mim e voltou a me comer. Ficou socando o pau em mim enquanto eu me segurava pra não gemer alto, o que é bem difícil, porque o pau dele é tão grande que as vezes machuca, então é bem difícil não gemer.

Ele tava todo empolgado metendo o pau em mim quando ouvimos barulho de novo, e dessa vez não era alarme falso, minha irmã estava voltando pra cozinha. Nos ajeitamos rapidinho, ele entrou no banheiro, eu abaixei meu vestido e fiquei disfarçando, conversando com a minha irmã.

Ele saiu do banheiro, continuou cozinhando e me olhava toda hora com aquela cara de que queria me comer mais. Depois que deixou tudo cozinhando falou pra mim – vamos ali fora ver uma coisa, e falou pra minha irmã -não deixa a comida queimar.

Fomos para a parte de trás da minha casa, num cantinho onde ele disse que não pegava a câmera mas que ficava bem do lado da janela do quarto da minha mãe, então de novo, não dava pra fazer barulho.

Como eu já estava sem calcinha, ele só ergueu meu vestido, colocou o pau em mim de frente e começou a me comer bem forte, com bastante vontade. Ele socava enquanto eu olhava as estrelas kkk, foi bem romântico e safado.

Depois de um tempinho ele tirou, me colocou de costas com a bunda empinada e voltou a me comer. Fiquei com o corpo apoiado na parede enquanto ele segurava as minhas duas mãos pra trás com uma mão só.
Eu não conseguia me mexer e não podia fazer barulho porque minha mãe estava bem perto e poderia escutar.

Eu sentia o pau dele entrando bem fundo, me abrindo, me machucando e não podia gritar, nem podia empurrar porque as minhas mãos estavam presas. Ele puxava meu cabelo, apertava minha bunda, apertava meu pescoço, gemia no meu ouvido e socava bem forte.

Fiquei quietinha sentindo o pau dele escorregando pra dentro de mim. Eu estava com muito tesão. Estava muito molhada.

Depois de um tempo ele começou a demonstrar que estava a fim de gozar. Continuou metendo até que me empurrou contra a parede, encaixou o pau bem fundo em mim e gozou.

Não estava acreditando que ele tinha me comido bem do ladinho da janela da minha mãe, com os meus irmãos em casa e com a comida no fogo. Foi uma delícia! Mas eu queria mais!

Depois que ele gozou, nos ajeitamos rapidinho, abaixei meu vestido e voltamos pra dentro.

Terminamos de fazer a janta, comemos e ficamos um tempo em casa conversando. Apesar de ter sido muito bom, nós dois queríamos mais. Nos olhávamos e já dava pra saber que ia rolar de novo.

Recebendo rola na prefeitura da cidade

Ficou tarde e começamos a nos organizar pra sair. Eu iria deixá-lo em casa, então entramos no carro e saímos.

Sozinhos no carro, ele começou a passar a mão no meu corpo. Começamos a combinar onde iríamos. Ele deu a ideia de irmos até o estacionamento da prefeitura. Fui até lá, estacionei e comecei a reparar pra ver se tinha algum segurança, e a princípio não tinha. Com certeza tinha câmera mas não estávamos preocupados com isso. Nós dois estávamos com muita vontade!

Ele estava no banco do passageiro, empurrou o banco pra trás, deitou o banco e como eu continuava de vestido e sem calcinha, subi no colo dele de costas e comecei a rebolar no pau dele que estava muuuito duro! Lembro que aquela posição fez o pau dele entrar muito fundo em mim, e estava uma delícia!

Depois de um tempinho me virei e comecei a sentar de frente. Fiquei subindo, descendo e rebolando no pau dele. Ele fazia uma carinha muito gostosa de que estava com tesão, então dei um beijo e mordi a boca dele. Ele deu uma gemidinha de dor e me deu vontade de machucar mais.

Segurei o pescoço dele com as duas mãos e apertei. Achei que estivesse machucando mas quando parei de apertar ele deu um sorrisinho safado pra mim. Que raiva!!! Era pra machucar, não pra ele gostar!
Então eu dei um tapa na cara dele, mas ele fez aquela carinha de safado de novo.

Nessa hora percebi que meu joelho estava raspando na porta do carro, sentia que estava saindo sangue já, mas não quis mudar de posição porque estava muito bom sentar daquele jeito.

Comecei a sentar mais forte e fiquei muito a fim de gozar. Percebi que ele estava quase gozando também, então comecei a sentar bem gostoso querendo que ele gozasse tudo dentro de mim. Ele me segurou com força e começou a gozar. Fiquei olhando o rosto dele enquanto gozava e meu Deus, que delícia!!!
Eu adoro a cara que ele faz quando tá gozando. Lembro disso o tempo todo.

Depois disso, estávamos esgotados! O carro estava todo embaçado e apesar de estar frio, estávamos suando! Foi uma experiência maravilhosa e intensa.

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