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Eu, minha esposa e nossa empregada transando gostoso

Publicado em março 31, 2020
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Meu nome é Fernando, tenho 41 anos e sou casado já vai pra 15 anos com minha linda mulher. Nossa vida sexual sempre foi muita boa já que minha esposa é bem tesuda.

Faz uns cinco anos que resolvemos contratar alguém para fazer a faxina da casa, pois minha mulher tem um trabalho muito exigente e chega sempre tarde e bem cansada a casa. Me disse que havia uma senhora que fazia limpezas lá no escritório dela e que estava a precisar de um dinheiro extra e foi assim que Tássia, ou melhor, dona Tássia entrou em nossa casa. Era uma senhora com cerca de 60 anos bem redondinha, baixinha, com uma bunda bem generosa e com uns peitos enormes. Fazia a faxina às segundas, quartas e sextas e como quando ela vinha nós nunca estávamos em casa, ela tinha a chave de nossa casa pra poder entrar.

A cerca de um ano, num certo dia nossas agendas se encontraram e eu e minha esposa tiramos folga na mesma semana. Almoçamos, bebemos um bom vinho e com efeito de um copo a mais começamos a nos pegar no sofá da sala. Roupas pelo ar, muitos amassos e começamos a foder mesmo ali na sala sem que nenhum de nós se lembrasse que a qualquer momento a Tássia iria entrar para a faxina.

E foi o que aconteceu, bem no momento em que eu gozava bem dentro de minha esposa. Dona Tássia fugiu para a cozinha tão depressa quanto entrou na sala e eu e minha esposa ficamos ali envergonhados com a situação.

Levantei, peguei minha roupa espalhada pela sala e fui subindo para o quarto enquanto minha mulher me dizia que iria falar com a empregada e que se iria desculpar pela situação. Uma boa meia hora depois entrou no quarto dizendo que estava tudo bem, que Tássia tinha entendido e que eu não me preocupasse mais, mas tinha nos olhos de minha mulher um sorriso que me dizia que a conversa não teria sido apenas um pedido de desculpas. Nada mais me contou e foi tomar um banho.

Dois dias depois ficamos na cama até bem depois da hora de almoço e então minha esposa me perguntou se queria levantar ou comer qualquer coisa ali mesmo na cama e foi esta segunda opção que eu aceitei. Se levantou e foi descendo até a cozinha pedindo a Tássia para nos prepara algo para comer. Voltou para o quarto, entrou na cama e começou a bater-me uma punheta maravilhosa que deixou logo o meu pau bem duro. Até aí nada me fazia prever o que se iria passar a seguir. Ouvi baterem a porta e ouvi a Tássia a perguntar se podia entrar com o que preparara para um almoço e minha mulher disse que sim.

Mais uma vez fiquei embaraçado pois apesar de estar debaixo dos lençóis o meu pau, estava bem duro e ia se notar. Tássia entrou de bandeja na mão e notou-se que reparou no tamanho do pau mas tentou disfarçar e foi logo pousando a bandeja numa mesinha ao fundo do quarto se desculpando e dizendo que já já ia sair. E foi aí que minha mulher disse.

Comendo a empregada e a esposa

– Olha Tássia, estive pensando na conversa que tivemos no outro dia do embaraço e não consigo esquecer o que você me disse. Que já não vê um homem nu faz tempo…

E nisto tira de uma só vez o lençol de cima de mim deixando o meu pau bem a vista dela. Continua dizendo.

– Pode olhar, sei que é meu marido mas eu deixo você olhar. Eu não podia acreditar no que estava assistindo mas ela continuou.

– Pode olhar e pode tocar até se quiser. E aí começou novamente a me punhetar desta vez bem devagar, só na provocação. E eu ali sem jeito.

– Vem Tássia, toca que eu deixo e meu maridão também não vai dizer que não.

Tássia bem envergonhada mas olhando nos meus olhos foi perguntando a mim se podia se aproximar e eu acabei por dizer que sim.

Ela veio bem devagar, sentou na beira da cama e minha esposa pegou na mão dela e a colocou no meu pau que naquela hora já latejava de tesão. Ela foi punhetando bem devagar, depois com mais força e nisto minha esposa que já se tinha levantado e estava em pé por trás dela foi tirando sua blusa e pela primeira vez eu pude ver aquelas enormes mamas com uns bicos bem pronunciados, mesmo por baixo de seu sutiã branco e rendado.

Não resisti e fui apalpando aqueles peitos, aqueles bicos, que sonho de mamas mesmo pra quem já tinha 60 anos.

Nisto ela olha novamente para mim e ainda com um pouco de vergonha me pergunta

– posso chupar o senhor.

Não tive tempo de responder já que foi minha mulher que disse que sim e logo ela enfiou meu pau na sua boca gulosa, chupando e chupando, deixando o meu pau completamente babado. Ouço então minha esposa sussurrar no meu ouvido

– Amor, come ela pra mim come?

Como dizer não a um pedido do meu amor? eheheh.

Deitei a Tássia na cama e eu e minha esposa fomos tirando sua roupa ate ficar toda nua. Ataquei logo as suas enormes mamas e fui chupando e lambendo ate ficarem bem untadas com minha saliva. Depois fui descendo até chegar em sua gruta bem peludinha e chupei logo aquele grelo que de tão molhado, deixou minha cara toda labuzada. Que delicia aquele leitinho de buceta. Fiquei ali uns bons minutos até que a senti gozar na minha boca soltando um grito tão alto que talvez os vizinhos tenham ouvido.

Afastei as suas pernas bem grossas, vi aquela enorme buceta ali suspirando por cacete e tratei logo de enfiar meu pau todo de uma vez só até ao fim. Desta vez Tássia só conseguiu soltar um gemido tão abafado como quem fica sem ar.

Comecei a espetar bem devagar, sentindo toda a sua buceta bem molhada abraçando o meu pau. Fui acelerando cada vez mais até que dei por mim a socar aquela mulher com toda a força que tinha. Conseguia ouvir minha esposa dizendo

– Fode amor, fode com força essa bucetona gulosa, chama ela de puta que ela gosta. Fui na onda e xinguei ela

– Toma puta, toma meu pau toda na tua buceta. Foi aí que ela se soltou e me xingou de volta

– Fode caralho, fode com força, rasga a minha buceta seu boi.

Não aguentamos mais e foi aí que gozamos os dois ao mesmo tempo, ela gemendo ainda mais alto desta vez e eu enchendo todo o seu grelo com o meu leite que parecia nunca mais acabar. Cai para o lado sem folego, tentado recuperar as forças quando ouvi minha esposa dizer:

– Tássia, emprestei o pau do meu marido pra você, mas esse leitinho é meu.

E caiu de cara em sua buceta sorvendo toda a minha porra que escorria daquela gruta bem peludinha. Por fim, Tássia se levantou, pegou suas coisas e foi saindo do quarto enquanto minha esposa lhe dizia.

-Era isso que você já estava desejando faz tempo não era sua putinha. Pois fique sabendo que pode rolar mais vezes, é só você querer.

-E vou querer mais vezes claro, disse Tássia.

-Quem sabe na próxima até rola cu né Dona Tássia? perguntou minha esposa.

-É, quem sabe, disse Tássia.

E eu ali deitado pensando que poderia ter estroncado aquele cu enorme e não tentei. Quem sabe numa próxima né?

Os nomes utilizados aqui são fictícios para preservar a identidade.

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