Comendo a nova gerente

Publicado em março 18, 2022
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Antes das minha férias, recebi uma mensagem da minha gerente de conta se despedindo, pois, a cooperativa de crédito havia transferido ela para outra agência em outro Estado. Por quase 1 ano transamos sem compromisso por diversas vezes e claro, lamentei muito a sua partida. Prometo em breve tirar um tempinho para relatar as fantasias e as transas mais marcantes que vivenciamos juntos.

Porém recebi uma ligação de uma nova gerente, se apresentando. Meu pau vibrou com as fantasias de degustar uma delícia de morena, recém solteira, linda, leve e solta. Eu sempre soube que a duas trocavam confidências, então a nova gerente sabia o quanto eu havia transado com a outra durante o expediente de trabalho, horários de almoço e fantasias que realizamos juntos.

Na ligação perguntei se ela poderia me fazer uma visita comercial e menti dizendo que estava trabalhando em home office por causa da pandemia. Ela aceitou prontamente dizendo ter alguns serviços novos da cooperativa para me apresentar.

Ela chegou vestindo uma saia justa até os joelhos e uma blusa de botões que salientava seu par de seios avantajados. Ela tem 30 anos, pele morena, olhos puxados, lábios carnudos e cabelos pretos na altura dos ombros. Bem maquiada e perfumada, é impossível resistir ao seu charme. Medindo pelo olhar deve ter uns 67 kg, 1.70 de altura, quadril e bumbum avantajados. Treina Crossfit, possui braços e pernas definidas e ama um barzinho.

Abri uma espumante, conversamos e rimos bastante relembrando algumas festas que fomos nós três – eu, ela e outra gerente, escondidos durante a pandemia. Flertamos um pouco e por fim ela me disse que precisava vender um serviço. Quando perguntei se ela seria uma gerente “tão boa” quanto a amiga era, ela respondeu que tinha “um perfil mais agressivo” de negociação.

Comendo minha nova gerente

Aproveitei para lascar um beijo gostoso, chupar seu pescoço, agarrando-a pelos cabelos. Ela então passou a mão no meu peito sinalizando que queria tirar minha camisa. Foi tudo muito rápido. Joguei a camisa longe, ela beijou meu peito e seu perfume afrodisíaco me cegou de tesão.

Deitei no sofá e ela veio por cima correspondendo meu beijo. Passei a mão em seu bumbum por cima da saia satisfazendo um desejo de muito tempo. Ela então abriu minha bermuda e puxou até meu pau saltar da cueca. Me beijou, me masturbou gostoso e em seguida segurei sua cabeça prensando meu pau em sua boca. Tinha certeza que iria ganhar um dos melhores boquetes da minha vida pois ela tem uma boca deliciosa de lábios carnudos, projetada especialmente para chupar paus de todos os tamanhos.

Fechei os olhos e fiquei curtindo minha nova gerente tentando me agradar. Ela me chupou deliciosamente, sugando, deslizando a língua fazendo de tudo para eu gozar com fartura. Depois de alguns minutos preferi interromper quando meu pau latejou e dobrou de tamanho.

Ela então levantou do sofá, tirou o salto, baixou sua calcinha e jogou na minha cara. Fiquei cheirando enquanto me masturbava esperando-a completar seu strip-tease. Depois tirou a saia, desabotoou a blusa ficando só de sutiã. Sentadinho no sofá aguardei ela montar em mim e agarrar meu pescoço. Falou que não via a hora de experimentar o cliente mais gostoso da cooperativa, e que várias vezes havia se masturbado com as fantasias sexuais que eu a outra gerente colocamos em prática. Percebi então que o tesão e o desejo um pelo outro era recíproco, e de muitos meses atrás.

Tirei seu sutiã e seus peitos roliços saltaram em direção a minha boca. Comecei a chupá-los enquanto ela acariciava meus cabelos. Agilmente ela agarrou meu pau e sentou nele rebolando lentamente. Meu pau encaixou perfeitamente e ela começou a cavalgar mostrando seu “perfil agressivo”. Continuei chupando seus peitos e minha gerente intensificou as reboladas me provocando ao máximo.

Depois de vários minutos rebolando intenso e gostoso sentindo meu pau invadi-la por completo, ela saiu e voltou a sentar de costas arregaçando suas pernas. Aproveitei para dedilhar seu grelinho e provoca-la a fim de vê-la gozar. Decidi que o melhor era mesmo deixar ela mandar na transa por enquanto. Dessa forma ela continuou quicando no meu pau cada vez mais forte a ponto de sentir tocar o seu útero.

A transa acabou virando um cabo de guerra. Eu torcendo para ela gozar, e ela me provocando para que eu explodisse dentro dela. Suas provocações, seu gingado começara a surtir efeito e anunciei que iria gozar. Ela rapidamente parou a montaria e se ajoelhou iniciando uma punheta maravilhosa. Gozei forte em sua boca e ela fez questão de mostrar que engoliu tudo provando ser uma putinha profissional.

Até me refazer decidi abri outra espumante. Bebemos, relaxamos e logo fui de encontro a sua bocetinha enxarcada. Sempre tento sugar tudo o que posso de uma bocetinha melada e perfumada, e foi só nesse momento que percebi o quão bem cuidada e aparada ela estava.

Fiquei degustando, lambendo seu cuzinho e sugando sua bocetinha. Ela segurou minha cabeça me obrigando a ficar preso em suas coxas gemendo sem pudores aproveitando cada segundo.

Para mim sempre é um prazer fazer um delicioso sexo oral em minhas parceiras. É o momento onde o tesão corre solto abrindo novas possibilidades durante a transa. Mandei ela derramar a espumante da sua taça pelo seu corpo. Lógico que ela virou em seus peitos e assim fui direto para eles. Caí de boca passando a língua e sugando seus biquinhos com sabor de espumante.

Resolvi fazer uma espanhola pois seus peitos são perfeitos para foder paus. A danada virou um pouco mais de espumante sobre eles e continuei bombando para ver se agilizava uma nova ereção. Com ela prensando seus peitos com as mãos, senti meu pau pulsando pois o calor do momento e o desejo de estar transando com uma mulher que sempre cobicei faz qualquer pau crescer rapidinho.

Continuei bombando nessa espanhola tão gostosa que perdi a noção do tempo. À medida que a excitação foi aumentando, ela começou a se masturbar, e pelos gemidos e o corpo trêmulo percebi o momento exato (e perfeito) em que ela gozou. Dei um sorriso safado e falei: “agora ficou 1×1.”

Peguei minha taça que estava próxima, virei mais um pouco em cima do meu pau e resolvi encerrar a espanhola enfiando tudo em sua boca carnuda. Ela chupou e falou que “o sabor estava delicioso”.

Peguei a garrafa que estava no balde de gelo, e derramei mais espumante trincando de gelada em seu abdômen até alcançar o umbigo onde havia um piercing muito bonito. Também derramei sobre a virilha e as coxas fazendo seu corpo arrepiar. Comecei a lamber seu corpo, seu umbigo dedilhando com a língua seu piercing. Piercing é a uma coisa que me excita, me deixa tarado, não sei o motivo. Gosto de chupar, colocar todo tipo de bebida, pedra de gelo além é claro, de gozar em cima.

Lambi seu abdômen, a virilha e as coxas até retornar para a sua bocetinha encharcada pelo seu orgasmo de fêmea no cio. Suguei até roubar o que pude do seu néctar misturado ao sabor da espumante demi-sec.

Com ela ainda deitada, saí do sofá e puxei-a pelas coxas até próximo ao apoio lateral. Calcei seu bumbum com almofadas até seu quadril ficar acomodado na altura do apoio. Ela então abriu as pernas, enquanto eu de pé, comecei a meter novamente já que meu pau estava sedento por mais.

Segurando firme suas coxas comecei a trepar de forma cadenciada sem muito controle sobre a força que estava usando no momento. Ela mandava meter mais, e fazendo a vontade dela continuava penetrando na mesma intensidade que ela usou para me comer na cavalgada.

Como moro em um loft, o sofá da sala fica bem em frente a uma grande janela da qual é possível ver a outra torre de apartamentos do condomínio. Eu havia esquecido de baixar as persianas e quando notei, tinha um jovem casal nos assistindo.

Já transei incontáveis vezes nesse sofá, mas durante a tarde não é muito comum, e talvez por isso nunca os tenha notado, ou, foi uma feliz coincidência este casalzinho estar na hora certa no lugar certo. Digo, hora certa, pois resolvi falar para a ela o que estava rolando para testar sua reação. Talvez me mandasse fechar as persianas ou poderíamos ir para o quarto, sei lá. Minha putinha mandou eu ignorar e continuar metendo.

Seus peitos deliciosos balançavam em sincronia, e aproveitei para derramar mais um pouco de espumante sobre seu piercing.

Depois de vários minutos metendo, era quase certo que iria gozar a qualquer momento, mas resolvi interromper e mudar de posição aproveitando que o casalzinho estava lá grudado na janela nos assistindo.

Ela então ficou de joelhos no sofá apoiada no encosto. Joguei mais espumante sobre suas costas e deslizei a língua lambendo tudo, até meter em seu cuzinho que ainda não havia testado.

Penetrei novamente segurando-a firme pelo quadril puxando minha putinha com força junto a mim. Claro que nessa mudança de posição mudamos para o lado do sofá que ficava mais próximo da janela. Ela virou o pescoço e viu o casalzinho assistindo nosso show prive.

Perguntei se já havia transado alguma vez com plateia e ela respondeu que sim. Minha putinha começou a rebolar querendo se mostrar para o casalzinho, e quanto mais ela rebolava, mais encarnava a putinha profissional da cooperativa que trepava com clientes em troca de comissão.

Fui obrigado a gozar quando não consegui mais me controlar. Agarrei-a pelos cabelos e puxei com força imobilizando-a completamente, para que eu pudesse socar forte e rápido. Avisei que ia gozar dentro, e ela respondeu que podia gozar sem medo pois usava DIU – um presente do ex-namorado conforme ela me confidenciou depois, e que estava sendo muito útil agora que estava solteira.

Dei algumas palmadas fortes e ela voltou a remexer o quadril fazendo meu pau pulsar e jorrar todo meu leite dentro dela. Com medo de manchar o sofá, ela passou a mão por baixo e ficou esperando o leite escorrer levando tudo até sua boca. Dei a ela uma toalhinha para se secar, e depois permanecemos inertes no sofá abraçados.

Ela então pediu para ir ao banheiro e enquanto isso fui a cozinha abrir outra espumante. Andávamos pelados pelo apartamento desfilando para o casalzinho na expectativa de que talvez nos imitassem, mas não rolou.

Muito tesão na gerente fogosa

Ela olhou no relógio é já havia passado das 16h. Perguntei se ela precisava retornar para a agencia e ela confirmou que sim, pois era obrigada a bater o cartão ponto. Falei para fazer um seguro qualquer e debitar o valor da minha conta mostrando para a cooperativa que sua “visita comercial” valeu a pena.

Ela agradeceu agarrando meu pau e me beijando. Antes que ela resolvesse se vestir, voltei a masturba-la enfiando dois dedos em sua bocetinha. Com seu próprio néctar, lambuzei a portinha do seu cuzinho e meti o dedo afim de explorar e provocar.

Fui metendo mais fundo após pingar algumas gotas de lubrificante, mas, de repente ela reclamou de dor dizendo que havia “abusado” do seu rabinho no dia anterior e maliciosamente afirmou que ficaria me devendo. Falei que eu tinha uma pomada cicatrizante muito boa para a dor e ela autorizou o tratamento. Busquei a pomada e massageei seu cuzinho para quem sabe daqui uns 2 ou 3 dias poder enfim experimentá-lo. Meu pau já estava em ponto de bala novamente e percebi o quanto ela estava excitada.

Mandei que ela ficasse por cima para um gostoso 69. Aproveitei para passar mais um pouco de pomada enquanto ela me agradecia chupando deliciosamente. Resolvi retribuir e chupá-la também, encaixando meu nariz para sentir todo o seu perfume.

Atrás do meu sofá existe um grande balcão retangular de 2.00m de comprimento por uns 50cm de largura usado para guardar documentos. Peguei-a pelo colo e resolvi coloca-la sentada nesse balcão que tem uma visão privilegiada da janela. Ela entendeu que o nosso showzinho iria continuar e abriu as pernas entrelaçando em minha cintura para que pudéssemos trepar bem confortável.

Ela então se agarrou na borda do balcão e meu pau deslizou super fácil. Voltei a socar forte do jeito que ela gosta já que a posição favorece uma penetração mais profunda. Percebemos que o casalzinho continuava seu voyeurismo e isso por si só apimentou demais a nossa transa. Era visível que minha gerente putinha estava super excitada em continuar se exibindo para eles, e em minha mente pornô já planejava uma forma de fazer contato e convidá-los a virem nos conhecer.

Mandei-a deitar no balcão, encaixei suas pernas sobre meus ombros e voltei a trepar com força ciente de que nosso tempo juntos estava no fim. Ela massageou seu grelinho e aquele cheio característico de sexo no ar tomou conta do apartamento. Segurando firme suas coxas, a cada estocada os gemidos dela aumentavam, e teria sido um momento perfeito para um sexo anal se ela não tivesse regulado.

Continuei metendo fundo sentindo o suor escorrer pelas minhas pernas. Soquei o mais forte que pude e quando gozei ela anunciou que estava gozando também e assim tivemos um orgasmo múltiplo bem intenso daqueles de fazer o corpo inteiro tremer.

Ela foi ágil em tomar uma ducha e se maquiar novamente enquanto agilizava um taxi para que ela retornasse a agencia. Na porta ao me despedir, prensei-a contra a parede e nos beijamos demoradamente. Falei que ela teria que fazer uma nova visita e lhe entreguei a pomada cicatrizante fazendo com que ela entendesse minha intimada.

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