A primeira vez que enrabei uma mulher de 4

Publicado em março 11, 2020
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Conheci Verônica (nome fictício) num site de relacionamento. Morena, fofinha, 1,65 de altura, quadril exg e seios fartos, me chamou a atenção numa comunidade deste site. O título do perfil dela era “quero sair da rotina”.

Exatamente o que eu estava precisando, sair da rotina. Casado há 4 anos sendo extremamente fiel, sem mesmo olhar pros lados, já estava saturado de “arroz com feijão” todos os dias. Minha esposa de criação evangélica, cheia de tabus, nunca permitiu que eu tocasse ao menos seu cuzinho, nem sequer encostar meu pau na sua boca, além de transar somente na posição “papai-mamãe”, nunca rolava um 69, nem mesmo um vaginal de 4. Fiz de tudo, tudo mesmo, do convencimento a sedução, mas nada funcionou (hoje sei a razão, mas fica pra outro dia).

Desde o primeiro contato, expliquei para Verônica que sou casado. Ela não se importou e explicou que com apenas 19 (tinha 21 na época), já teve um relacionamento com um casal. Durante as conversas por chat e telefone, ela me deixava louco de desejo, quase subia nas paredes de tanto tesão. Ela me mostrou algumas fotos e com aquele quadril enorme eu já imaginava que alguém já houvesse pego ela de 4 e a enrabado, pois é irresistível.

No primeiro contato já perguntei de quais formas de Sexo ela gostava. Respondeu-me, gosto de tudo. Repliquei. Inclusive anal? Com certeza, disse ela. Quase gozei diante do computador. Minha esposa nem desconfiava do que eu ia fazer quando saísse nos finais de semana. Eu dizia que ia jogar futebol com amigos, deixava-a na casa da minha sogra e corria para Lan House.

Verônica me deu dois “bolos”. Na primeira vez ela disse que o nosso encontro seria na semana seguinte. Fui a o local combinado, mas ela não apareceu.

Escrevi um e-mail para ela perguntando o que houve e ela disse que achava que eu não iria, pois ficamos sem contato uns 3 dias antes da data. Mais uma semana de punhetas no chuveiro, gemendo e sussurrando baixinho o nome dela.

Na segunda vez, ela passou por mim sem que eu a visse e ela disse que ficou envergonhada, mas eu a tinha visto, só fiquei sem graça, pois ela havia passado direto e eu não tinha certeza se era ela. E mais uma semana, com a cueca melada, batendo punheta e delirando com o dia em que a pegaria de 4.

Nossos encontros sempre foram nos sábados à tarde. Na terceira vez ela apareceu, deliciosa, maravilhosa, com uma calça jeans preta colada, definindo bem suas curvas, repartindo sua buceta carnuda e uma blusinha pink também colada com um decote “V profundo”, parecia que os seios saltariam pra fora vindo na minha direção.

Ela me deu um abraço apertado, como se estivesse encontrando um velho amigo. Enlouqueci quando abracei-a e cheirei seu pescoço.

Após o abraço ela parecia estar com pressa. Fomos rapidamente para o motel. Quando fechei a porta ela me abraçou e me beijou na boca e com uma das mãos começou a alisar meu pau. Que tesão! Tiramos as roupas e deitamos na cama e ela disse: “Se eu soubesse que você era tão gostoso assim, tinha dado um jeito de vir antes”.

Fizemos todas as preliminares (depois em outro conto minhas especialidades desenvolvidas para seduzir minha esposa mas que me ajudam em outras situações).

Ela enlouqueceu de prazer e gozou antes mesmo de eu a penetrar…(Neste momento tirei minha dúvida em relação a minha esposa, pois soube que o problema não era eu.)

Enrabando uma mulher de 4 pela primeira vez

Após gozar ela virou-se de bruço na cama e disse: “Quero mais, vem, tem que fazer arder!”, puxei-a pela cintura trazendo para trás até a beira da cama e ela empinou aquele “rabão” maravilhoso para eu meter. Até que enfim realizei meu desejo, de enrabar uma mulher de 4. O cuzinho dela era tão apertado que tive que empurrar devagar mas com muita força.

Meu pau não é comprido (18cm), mas é bem grosso com a cabeça bem grande e grossa. Ela então começou a dar uns gemidos e forçar o cuzinho dela para trás e eu empurrando meu pau nela, senti e ouvi um barulhinho quando a cabeça entrou…foi assim, sem gel, sem nada, na carne mesmo queimando o cuzinho dela, conforme eu havia prometido a ela pela internet.

Ela gemeu e gritou de tesão quando entrou. Fui enfiando devagarinho até o final. No final, ela disse que estava sentindo minhas bolas encostarem na buceta dela. Segurei na cintura dela e comecei o movimento que delícia, o cuzinho dela por dentro, parecia um tubo de veludo, macio e apertado. Ela gemia feito deliciosamente pedindo para fuder mais rápido.

Como foi a primeira vez, não tirei de dentro quando gozei, queria ter a sensação completa. Após gozar deitamos na cama e ela veio até meu pau e começou a lamber e chupa-lo como se estivesse limpando ele e sugando as ultimas gotinhas que estavam no meu pau e me disse: “Você merece”.

Depois fizemos 69, vaginal, espanhola e tudo mais, tivemos esse romance durante uns 3 meses. Depois começou a namorar com um evangélico se converteu e não quis mais saber de mim.

Soube que deixou o namorado e a igreja e voltou a sair com um casal. Sinto saudades dela….Gostaria de achar alguém com o mesmo fogo e desejo que ela ou quem sabe ela.

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